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terça-feira, 17 de maio de 2011

olá meu amigo pode entrar, a casa não é sua

Carlos Careqa fez esse vídeo para pedir uma mão, uma ajuda, um help para produzir o show do seu disco novo "alma boa de lugar nenhum". Serviu também para divulgar o site "catarse", plataforma de financiamento de projetos criativos, uma ideia colaborativa simplesmente genial.

Vai lá e olha o Careqa aqui:

Carlos Careqa - Alma boa de Lugar Nenhum from carloscareqa on Vimeo.

sábado, 7 de maio de 2011

depois de um longo e tenebroso inverno



Todas as músicas solo dele são meio aquíferas. Deve ser o violãozinho havaiano.

Disco e DVD (também com músicas do 'Into the wild') novos saem 31 de maio: http://pearljam.com/news/new-eddie-vedder-record-and-dvd-coming-may-31

terça-feira, 12 de abril de 2011

toque

A noite marcha e para. Triste é mesmo viver só de solidão (é mesmo triste). Mas passará, acalma o xilofone, apesar desse nome escroto. Vêm metais, nostalgia triste de um banda que não existe mais. Mistura de saudade com certo orgulho vazio de ter estado presente.


O toque é dela mas ele toca bateria, baixo, guitarra, tudo. Dentro dessa música, dessa noite, gira. Mais metais, mais o que se ver aos olhos dela. Até a verdade, velhaesquecidasozinha, vai dançar.


Baixo, bateria, canta baixo tudo que você quiser. Para deitar a cabeça de um lado e acompanhar o estalo do aro da caixa, plec, plec, plec, plec, sem deixar as palavras passarem sozinhas. Pelo mar (não existe imagem mais bonita, o mar e a despedida). Quando Jeneci toca sanfona a gente para para escutar (ou deveria).


Posso até me acostumar, mas a guitarra assim sozinha, fica claro, sente falta do amigo ruivo barbudo. Da gente se divertir. Sol e tempestade, lá de longe. Deixou fugir, voltam os metais.


Disposto até o fim, Kassin. Banjo. Também não é o Barba, mas lasca no prato de condução que até os tons surdos ouvem: estou em casa, obrigado.


Se tiver vontade, chama. Na imensidão do tempo, descansa e ouve tranquilo, reconhece. Rabeca arranhada ao final (sem duplo sentido). Mautner esteve aqui.


Quase um samba, pra te acalmar. ‘A gente na vida foi feito pra voar’ é a melhor coisa que o disco teria a dizer se soubesse que é isso que estamos fazendo. Conversando. Pulsos de guitarra e alguém diria para que mentalizássemos pulsar na mesma intensidade a região entre as sobrancelhas.


Rob trompeta. A gente só quer descansar. É um descanso a música inteira, o sol se pôr vermelho, às vezes, é só o que a gente quer ver. Perca-se a hora e o lugar, toque-se o violão perto de Jack Johnson, sozinho no final.


A despedida ainda não é a despedida. ‘Dar despedida’ não parece a expressão certa, mas é bonito, de novo, pensar no mar e na despedida, sem apego, ‘só’ despedida. Doente da falta que sente (do mar).


O amor é dela e por isso ele prefere falar por último. Dava para sentir mais que o perfume, de longe: dava para ouvir mais uma canção, na natureza selvagem. Está tudo aí.


Tudo.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

uma coisa levou a outra

Caí outro dia, não me lembro de onde, no site do projeto música de bolso. Muito bom, deu vontade de ter tido essa ideia antes (de gravar ao vivo pessoas musicando em lugares diferentes).

Lá, então, eu conheci a banda trupe chá de boldo. A proposta eu achei bem parecida com Móveis Coloniais, daqui, uma banda cheia de pessoas e instrumentos. É tudo bom, do site ao clipe. Vai lá procevê.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Flor de lótus



Thom Yorke, sua banda, seu olho esquerdo de amaral e seus quadris capéticos.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Dois discos da pá virada

Meus véio e minhas véia, achei dois discos bons da porra:

1. Marcelo Jeneci_Feito pra acabar (baixe via umquetenha)



2. Chris Cornell - Unplugged in Sweden (baixe via feijãotropeiro)